quarta-feira, 18 de maio de 2011

Lotus Temple


"As with all other Bahá'í Houses of Worship, the Lotus Temple is open to all regardless of religion, or any other distinction, as emphasized in Bahá'í texts. The Bahá'í laws emphasize that the spirit of the House of Worship be that it is a gathering place where people of all religions may worship God without denominational restrictions."

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Vaca sagrada cheia de fome


Infelizmente mesmo sendo sagradas as vaquinhas indianas também passam muita fome e quando esta aperta, vale tudo!

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Contemplando

terça-feira, 29 de março de 2011

domingo, 27 de março de 2011

Working girl

Auto rikshaw

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Little boy

domingo, 20 de fevereiro de 2011

lovely Pushkar



sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

MCDONALD'S Indian Style

De volta à Índia dos meus Olhos!

Passou um ano mas parece que foi ontem que deixei a Índia dos meus Olhos, já cá estou de novo pronta para lançar um novo olhar sobre este mundo.

segunda-feira, 14 de junho de 2010

Rishikesh

Onde passo grande parte do meu tempo quando estou na Índia. Fica no Norte e como o próprio nome indica é a "cidade dos sábios", pelo que alberga muitos ashrams onde a cada ano centenas de yogis se dirigem, bem como o sagrado Ganges.










terça-feira, 25 de maio de 2010

Por onde andarás?

terça-feira, 11 de maio de 2010

Bangles

SIS


SOUTH INDIAN SUNSET

Folhas de bananeira


No sul da índia comer em folhas de bananeira a cumprir as vezes do prato é muito comum. É higiénico e sobretudo ecológico - não consumimos água em lavagens e não podia ser mais biodegradável, sobretudo neste local do mundo em que as vaquinhas satisfeitas se encarregam do assunto :)

Palavras para quê?

sexta-feira, 16 de abril de 2010

Golden Temple II

Não posso deixar de mostrar estas imagens que tanto me impressionaram quando visitei o Golden Temple. Todo o templo está aberto 24 horas/dia, incluindo esta gigante cantina, onde são servidas refeições gratuitas a todos os que quiserem. Ninguém passa fome em Amritsar, pois se não tiver nada para pôr no prato ao fim do dia, pode sempre deslocar-se ao templo e sentar-se a comer com os demais. Aqui, todo o trabalho é voluntário, cumprindo-se assim a missão de serviço (seva), um pilar da religião sikh.

As tarefas vão desde:

Descascar alho...


cozinhar...

servir...

e claro alguém tem de lavar os pratos.

Ganga


Para os hindus o Ganges é muito mais do que um rio, é uma mãe generosa, uma manifestação da criação,uma fonte sagrada do poder divino . Um banho neste rio é uma benção que qualquer hindu deve procurar, pelo menos uma vez na vida, como forma de purificação.

Aarti


Aarti, normalmente feito no final de um pujá, é uma cerimónia de fogo, em que o sacerdote do templo acena com uma lamparina diante da imagem da divindade a ser adorada, ao mesmo tempo que entoa uma série de mantras. No ashram de Swami Dayananda, em Rishikesh, a deusa Ganga é homenageada duas vezes por dia - ao nascer e ao por do sol.

quinta-feira, 15 de abril de 2010

Golden Temple I

O Golden Temple é um local de devoção incondicional para a comunidade sikh. Descalços, as cabeças cobertas, entramos num mundo que não nos pertence e que, ao mesmo tempo, nos é tão íntimo. Longa fila para entrar na enorme escultura de ouro (entenda-se enorme para escultura, pequena para edifício), que se ergue no meio do espelho de água formado pelo lago em cujas águas alguns se banham com as facas desembainhadas e presas nos turbantes. Juntamo-nos à dita fila e com paciência avançamos até ser chegada a nossa vez e cumprirmos o ritual – mão no chão e depois no peito, reverência e respeito. Circulamos pelo interior ao som dos cânticos, das tablas e do harmónio. Sentamo-nos para meditar, para contribuir de alguma forma com a nossa energia para aquela energia maior, a da devoção, da entrega absoluta sem pôr em causa e de coração aberto. O templo foi construído com quatro portas, simbolizando a sua abertura a todas as religiões e a todos os que queiram entrar para meditar ou, simplesmente, ouvir as orações e sentir alguma paz.



Turbantes de todas as cores entram e saem, é um ciclo constante de devotos que dia e noite, descalços, dão vida ao fluxo energético que mantém vivo o monumento do século XVII, considerado o mais sagrado dos lugares de culto desta religião uma vez que o seu eterno Guru, Sri Guru Granth Sahib está ali presente. Esta é a mais sagrada das escrituras Sikhs eternizada pelo décimo e derradeiro Guru - Sri Guru Gobind Singh que terminou a linhagem de Gurus humanos, elevando o texto sagrado Adi Granth a Guru Granth Sahib. As suas 1430 páginas contêm bhajans que descrevem Deus e o comportamento correcto a seguir por todos os Sikhs e até hoje permanece como a “personificação” dos 10 Gurus do sikhismo.